• IATEL

Atualizado: 1 de Set de 2019


Assista ao vídeo

A vida requer necessidade

Texto de Roberto Pacheco


Somente a necessidade faz uma pessoa crescer, desenvolver, evoluir. A necessidade nos obriga a sair do lugar, da zona de conforto. Ela nos remete a aventura de ousar, enfrentar adversidades e crises, criar saídas e a transformar a vida. A necessidade, por exemplo, faz uma mulher exercer, ao mesmo tempo, as funções materna e paterna e a criar sozinha sua família com dignidade. Ou uma pessoa concluir seus estudos trabalhando dois turnos todos os dias, sol a sol, e ainda ser condecorado como melhor aluno. Necessidade não é sonho, muito embora seja impulsionada por este. Não é desejo, à qual geralmente impede uma pessoa de entender suas reais necessidades. Tampouco é um propósito, pois este é apenas uma das suas características. Mas afinal, o que é a necessidade? A origem latina da palavra necessidade, necessitas, significa, entre outros, “sem volta”, “sem poder recuar”. Por isso defino-a como uma crença específica: fazer o que se precisa fazer aqui e agora pela certeza de estar ou de ser só. Ou seja, é uma crença constituída de duas buscas: o que e como fazer? E de uma certeza: a deste fazer ser obrigação sua e não de mais ninguém. Essa certeza, mesmo que às vezes ilusória, te leva a acreditar não haver outra pessoa melhor para resolver seus problemas do que você próprio. É você ou nada. É você ou o fim. A ausência de necessidade leva à acomodação, ao conformismo, a vida de lamentações e de dependência. A pessoa sem necessidade sempre está esperando por algo ou alguém, ao invés de aprender a agir. Por isso, educar para uma vida com necessidades deveria ser um dos compromissos dos pais, ao invés de suprir aleatoriamente todas as vontades e vaidades dos seus filhos. Deixá-los a sofrer com os problemas e a ter de enfrentá-los sozinhos, bem como assumir as consequências das suas escolhas, é tão importante quanto colo, afeto, presente e dinheiro. Mas nesse processo, deve-se ensinar a valorizar a necessidade de assumir a própria vida como algo positivo e não como condição de sofrimento ou infelicidade.


8 visualizações0 comentário
  • IATEL

Resolvi escrever esse texto diante do atual cenário de universitários recém-formados cada vez menos intelectualizados, descomprometidos e vazios nas seleções profissionais. Uma geração sem leitura, argumento, prática, vontade e sem brilho. Porém, autossuficiente em ilusão. Em uma fração de segundo transportam-se de estudantes do Google a expertises sem vivencia real. Deixam a sala de aula para nunca mais retornar, pois o foco era apenas o certificado e não o estudo. Na primeira entrevista de emprego da vida discursam sobre seu currículo de nada, apresentam o saber básico como se fosse diferencial, se comparam aos mais experientes desprezando-os e questionam o quanto ganharão como se já estivessem contratados. Confundem crítica com opinião, perseverança com teimosia, convicção com arrogância e humildade com crédulo. Desconhecem ou negam o ancestral e o pós-contemporâneo. Portanto, pergunto: quais lições a universidade não ensina a esses recém-formados? Todas aquelas necessárias para o sucesso digno no mundo do trabalho. Ensina disciplinarmente teorias, ciência, técnicas, estratégias e condutas éticas da profissão, mas nada ensina sobre transdisciplinaridade, produtividade, interação, cooperação, superação, evolução intelectual, dignidade, lealdade, humanidade, entre outros. Como resultado forma um exército padrão, cópias de informações, réplicas sem valor. Pessoas com muita referência bibliográfica na ponta da língua e nenhuma referência humana na vida. Pessoas com algum aprendizado e nenhum talento original. A universidade forma um exército de soldados rasos com seus cadernos de verdades a serem seguidas, jogados na guerra social para apenas matar ou morrer. Alunos de mestres e doutores certificados sem missão ou obra. O mundo atual do trabalho requer habilidades, talentos e capacidades singulares, geradoras de transformação e de evolução social. E não papeis recheados com informações óbvias como currículo. Para almejar é necessário ofertar algo em troca proporcionalmente. Ninguém é o melhor simplesmente por acreditar ser. Ninguém é o melhor sabendo e/ou fazendo tudo igual a todo mundo, isso é ser comum. E de comuns o mundo do trabalho está esgotado. Como diz um antigo poema “quem nada tem nada dá”. E em trabalho, quem não tem nada para dar, nada receberá. Desta forma, se você busca trabalho se preocupe mais em qualificar-se para desenvolver diferenciais do que apenas digitar um currículo estilizado e treinar o que e como falar nas entrevistas, pois isso é démodé.

(Roberto Pacheco)




22 visualizações0 comentário
  • IATEL

O IATEL adquiriu o equipamento que realiza o este teste de biorressonância magnética, que nós chamamos de Check Up preventivo, você já ouviu falar sobre esse teste? sabe o que ele analisa? e qual sua finalidade? Leia esse texto e fique por dentro dos benefícios que o teste pode trazer para você.


1. O que é

É um teste para verificar o equilíbrio magnético corporal. Os desequilíbrios magnéticos podem alterar a dinâmica química e fisiológica corporal e influenciar no estado de saúde da pessoa. Pode-se dizer que é a partir de desarmonias eletromagnéticas que as doenças ou desequilíbrios iniciam.

2. Como funciona?

Através de um equipamento o estímulo elétrico é emitido ao paciente por um bastão que ligado a um software compara as informações captadas. O teste propriamente dito leva 60 segundos. Depois o terapeuta associa o resultado ao exame físico e tece as orientações necessárias.

3. Quais seus principais benefícios?

Realizar de forma não invasiva um check up preventivo e identificar os sistemas e áreas do corpo que estão merecendo maior atenção ou cuidado. Desta forma, ao final do teste o paciente poderá identificar quais profissionais, exames e tratamentos serão necessários em caráter prioritário ou secundário.

4. Faz diagnóstico de doenças?

Não! Seu objetivo é verificar a dinâmica eletromagnética corporal. Como qualquer outro teste ou exame os resultados devem ser comparados com o quadro clínico e o exame físico do paciente.

5. Substitui os exames bioquímicos tradicionais?

Claro que não, pois não tem como foco a analise química. Mas seus resultados podem sugerir uma situação de risco e a necessidade de se fazer uma investigação bioquímica.

6. Quais as contraindicações?

Mesmo sendo um este muito simples, não deve ser realizado com gestantes, portadores de marca passo ou equipamentos similares e DIU de metal. Também não pode ser realizado quando a pessoa está febril ou com alteração de pressão arterial.

7. Existe alguma preparação anterior?

Durante o teste o paciente deve retirar todos os acessórios de metais e permanecer em silêncio. O ambiente não deve ter aparelhos celulares e equipamentos elétricos eletrônicos ligados. Os resultados podem ser influenciados por jejum prolongado ou alimentação em excesso antes do teste, ingestão de medicamentos e drogas e pela restrição de sono.

Para que o IATEL adota essa tecnologia?

Esse teste é realizado pelo serviço de práticas integrativas do IATEL com dois objetivos: 1) associar os resultados aos demais exames em acupuntura e terapia corporal para que o tratamento seja mais eficaz e 2) para estimular o paciente a adotar uma postura preventiva com base em 8 pilares da saúde integrativa: relação equilibrada com a natureza, não ser sedentário, cuidar do corpo e da mente, respirar bem, alimentação saudável, qualidade do sono, controle do stress e consumo responsável.

COLOQUE SUA SAÚDE NA AGENDA. MARQUE SEU HORÁRIO.

Tel (48) 32256955 email agendaiatel@gmail.com




50 visualizações0 comentário

© 2018 por Eduardo M. Silveira.