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Acupuntura e COVID 19

A acupuntura é uma terapia Milenar da Medicina Tradicional Chinesa com evidências históricas e científicas. Por isso tanto a medicina convencional quanto as demais áreas da Saúde a reconhecem e a regulamentam nas suas áreas de atuação. Para muitos, a principal função da acupuntura é promover a saúde fortalecendo a vitalidade do indivíduo. Nesse sentido, é um importante recurso de saúde para a imunidade e, consequentemente, para o tratamento de desequilíbrios físicos e emocionais. A China associou a Medicina Tradicional Chinesa/Acupuntura à Medicina Convencional para enfrentar a pandemia do COVID 19, obtendo resultados significativos com essa associação, como pode ser apreciado no artigo referente as "diretrizes sobre intervenção na acupuntura e moxabustão para COVID-19 (segunda edição)", disponível em https://incisaimam.com.br/diretrizes-sobre-intervencao-na-acupuntura-e-moxabustao-para-covid-19-segunda-edicao/ Portanto existem protocolos de acupuntura disponíveis para contribuir no enfrentamento da COVID 19, tanto no sentido preventivo quanto curativo. Porém, esses protocolos não estão descontextualizados da ancestral racionalidade médica chinesa e das demais terapias que compõem essa racionalidade, como a fitoterapia, dietoterapia, terapia corporal e moxabustão. Vale destacar também, que tais protocolos não confrontam com a medida de isolamento social adotada pela maioria dos países e demandam obviamente todas as medidas de biossegurança já conhecidas. Existem ainda várias terapias integrativas que podem ser associadas à acupuntura, sem contraindicações, visando somar forças com a saúde pública no controle desta pandemia. Vale ressaltar que a Medicina Chinesa/Acupuntura integra a lista de estratégias em saúde do Sistema Público de Saúde - SUS, através da Portaria Nacional número 971, de 03 de Maio de 2006: Políticas Integrativas e Complementares de Saúde - PNPICs. Para finalizar, a acupuntura e técnicas associadas devem ser utilizadas no enfrentamento da COVID 19, sobretudo pela ausência de medicamentos e vacinas. Entretanto, isso não significa que essas terapias matem o coronavírus ou impeçam a sua contaminação, mas simplesmente que elas ajudam na imunidade da pessoa para enfrentá-lo.


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© 2018 por Eduardo M. Silveira.